No quadro especial do Informativo Montana, conversamos com Thássia Gonzaga, moradora do apartamento 1806 – Bloco A, que chegou ao residencial em 24 de janeiro de 2024 e foi a primeira moradora a ocupar o Bloco A, ou seja, a primeira moradora do nosso condomínio. Segue a transcrição.
Thássia relembra que escolheu o Montana por oferecer bom acabamento, ótima localização e a oportunidade de morar em um andar alto. “Ǫuando vi a planta apresentada pelo corretor Alexandre, gostei muito e decidi fechar negócio”, conta.
A mudança, no entanto, foi marcada por desafios. Sem internet nos primeiros meses, com instabilidade no fornecimento de água e muito barulho de obras, ela lembra que precisou conviver com poeira, reformas e a intensa movimentação de prestadores de serviço. “Mesmo sendo complicado, eu já sabia que enfrentaria esses transtornos. Era um sonho realizado e encarei com paciência”, relembra.
Apesar das dificuldades, alguns momentos marcaram o início de sua trajetória no Montana: a emoção da primeira chuva, quando o hall chegou a alagar; a felicidade de ver a sobrinha como a primeira criança a brincar na brinquedoteca; e o orgulho de ver a beleza do prédio, mesmo ainda em fase de construção.
Sobre a convivência inicial, Thássia recorda que havia poucos moradores, mas muito espírito de união. “Nos ajudávamos bastante, trocávamos orientações e participávamos ativamente das decisões do condomínio.”
Hoje, olhando para trás, ela se surpreende com a transformação do Montana: “O condomínio deixou de ser um canteiro de obras e passou a ser um lar. Ganhou vida, regras de convivência e eventos cada vez mais organizados, como a festa junina, que foi um sucesso.”
Para Thássia, o maior orgulho é ver a evolução do residencial e a qualidade de vida que proporciona aos moradores. “Aqui me sinto segura, vi crianças crescerem e criei laços de amizade muito importantes.”
Por fim, ela deixa uma mensagem para os atuais e futuros moradores:
“O Montana evoluiu muito, mas ainda temos muito a construir. Precisamos cuidar dos espaços, respeitar uns aos outros e pensar no bem comum. Esse é o caminho para vivermos com a tranquilidade e a qualidade de vida que merecemos.”
